Blog

Dr Frederico Vasconcelos Perguntas e Respostas Cirurgia Plástica 2022

Perguntas frequentes sobre cirurgia plástica

Por que um cirurgião plástico certificado pelo conselho ?

Selecionar um cirurgião plástico e reconstrutor bem treinado e experiente é o passo mais importante na sua decisão de fazer uma cirurgia plástica. Nem todos os cirurgiões plásticos são iguais. Na verdade, a maioria dos “cirurgiões plásticos” em Beverly Hills não teve treinamento formal em cirurgia plástica. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plastica é, sem dúvida, a mais prestigiosa organização de cirurgiões plásticos. A missão do American Board of Plastic é promover a cirurgia plástica eficaz, ética e segura para o público, mantendo altos padrões para a educação e certificação de cirurgiões plásticos. O Dr. Frederico Vasconcelos de Belo Horizonte é um Diplomado do Conselho  de Cirurgia Plástica.

O processo de certificação é desafiador e começa no dia em que o cirurgião inicia a faculdade de medicina. O desempenho do cirurgião na faculdade de medicina, residência, bolsa de estudos e bolsas de subespecialidade são todos revisados ​​pelo conselho para garantir um excelente desempenho. Depois de iniciar a prática, o candidato faz um exame escrito e oral por um painel de membros do conselho. Depois de analisar o desempenho anterior do cirurgião candidato na prática, o conselho toma uma decisão sobre a concessão da “Certificação do Conselho”. Ao escolher um cirurgião plástico certificado pelo Conselho Americano de Cirurgia Plástica,

Qual é a especialidade do Dr. Frederico Vasconcelos em Cirurgia Plástica?

Dr. Frederico é especialista em resultados naturais. De um nariz bonito que combina com seu rosto, coxas atléticas que foram esculpidas por lipoaspiração e seios que acentuam proporcionalmente sua figura, os resultados do Dr. Sayah só podem ser descritos como naturais. Com anos de experiência em todas as facetas da cirurgia plástica e reconstrutiva, o Dr. Sayah consulta vários pacientes diariamente para revisar seus resultados imperfeitos por outros cirurgiões. Muitas vezes, restaurar o equilíbrio físico do corpo que foi perdido por câncer, trauma ou resultados ruins de cirurgias anteriores é a habilidade central que caracteriza o Dr.

É hora de eu fazer cirurgia plástica?

O Dr. Frederico enfatiza a importância de manter um estilo de vida saudável e jovem, exercitando-se e comendo corretamente, conforme destacado em seu Health Continuum. Passar por cirurgia plástica ou estética em Belo Horizonte é uma decisão totalmente eletiva destinada a complementar esse estilo de vida. Portanto, cabe a cada um de vocês decidir se é a hora certa de fazer uma cirurgia plástica para melhorar sua aparência.

À medida que os procedimentos de cirurgia plástica se tornam mais mínimos em sua abordagem e tempo de inatividade, um número crescente de homens e mulheres faz cirurgia plástica em uma idade mais jovem. Acredita-se comumente que é melhor fazer alguns pequenos procedimentos para ter uma ótima aparência em uma idade mais jovem do que esperar até que seja muito mais velho para fazer uma cirurgia muito maior. Procedimentos de cirurgia plástica menores, portanto, estão aumentando em frequência a cada ano, à medida que a população de baby boomers envelhece e a cirurgia plástica se mostra mais segura a cada ano.

Quando posso voltar ao trabalho?

Cirurgias plásticas minimamente invasivas e endoscópicas são o forte do Dr. Frederico Vasconcelos. Com essas técnicas, o tempo de inatividade é muito menor do que com as técnicas anteriores. Como pequenas incisões ocultas são usadas nesses casos, o tempo de inatividade é muito menor. Normalmente, você pode retornar ao trabalho em 1-2 semanas após o procedimento, com base em sua ocupação e na cirurgia específica que está realizando.

O Seguro cobre meu Procedimento?

Para fins de seguro, a distinção entre cirurgia estética e reconstrutiva é baseada principalmente no motivo pelo qual a cirurgia foi realizada. A cirurgia estética é realizada para remodelar estruturas normais, a fim de melhorar a aparência e a autoestima do paciente. Os procedimentos reconstrutivos são realizados em estruturas anormais no corpo causadas por defeito de nascença, câncer, trauma, infecção ou doença. A cirurgia reconstrutiva geralmente é coberta pela maioria das apólices de seguro. No entanto, a cirurgia estética não é coberta pelas seguradoras, pois é realizada por escolha do paciente e não é medicamente necessária.

Quanto tempo até o inchaço diminuir?

Você provavelmente pode voltar ao trabalho 1-2 semanas após a cirurgia, mas seu inchaço será perceptível por aqueles que o conhecem bem. Outras pessoas que podem não estar tão familiarizadas com seu rosto ou figura não serão capazes de dizer que você fez uma cirurgia em 2 semanas. Geralmente, leva de 6 a 8 semanas para 80% do inchaço diminuir após qualquer tipo de cirurgia. O restante da inflamação e do inchaço se resolverá nos 4 meses seguintes. No entanto, não foram criadas 2 pessoas iguais, portanto, cada um de vocês se curará em uma taxa diferente. As estatísticas acima são apenas médias, e muitos pacientes encontrarão seu período de recuperação em cada lado da média.

Eu não quero um olhar artificial. Isso é possível?

Absolutamente sim! A cirurgia plástica cosmética tornou-se muito refinada, especialmente com as técnicas utilizadas pelo Dr. Sayah. Na cirurgia plástica facial, você parecerá mais jovem, mas o grau de rejuvenescimento pode ser personalizado de acordo com suas preferências.* O nariz não natural virado para cima com uma ponte tipo sela que era a norma entre os trabalhos de nariz é substituído por um nariz equilibrado que combina com seu rosto após nariz esculpido pelo Dr. Sayah. Naqueles que consideram implantes mamários, seu peito é medido e o implante correto é selecionado com base no tamanho do seu peito preferido para garantir que seus seios pareçam naturais em seu quadro.

Os implantes mamários de silicone são perigosos?

Desde o susto do silicone na década de 1980, tem havido muitos estudos de pesquisa que demonstraram que os implantes de silicone são seguros. O invólucro do implante e a composição do gel de silicone mudaram nos últimos anos, de modo que as taxas de vazamento foram reduzidas. Os implantes de silicone permanecem mais naturais ao toque em relação aos seus homólogos salinos, mas a decisão final cabe a você. O Dr. Sayah não tem preferência em relação ao tipo de implante e discutirá detalhadamente cada tipo de implante com você até que você tome sua decisão.

Que tipo de anestesia vou ter?

Com a crescente segurança da cirurgia plástica e as técnicas refinadas do Dr. Sayah, você não precisará de anestesia geral “profunda”. O método de anestesia preferido é a anestesia geral leve, onde você está levemente adormecido e totalmente inconsciente da cirurgia. Você não vai sentir, ver, ouvir ou lembrar de nada sobre sua cirurgia. Assim que a cirurgia terminar, você acordará cristalino e sem dor. Com este método, as náuseas e outros desconfortos da anestesia geral são minimizados.

A cirurgia plástica é segura para mim?

Antes de qualquer cirurgia plástica eletiva, você será solicitado a completar um exame físico pelo seu médico geral, bem como uma série de exames de sangue. Todos os seus resultados serão cuidadosamente revisados ​​pelo Dr. Sayah e seu médico de cuidados primários para garantir que você esteja saudável. Com esses testes concluídos, as complicações da cirurgia plástica são extremamente raras.

Quanto tempo durarão meus resultados?

Após a cirurgia, a responsabilidade é sua de manter seu rosto e corpo bonitos. Um lifting facial geralmente dura dez anos, mas você deve evitar a exposição excessiva ao sol, manter uma dieta saudável e fazer exercícios.* Seus seios sempre parecerão melhores do que antes de seus implantes mamários ou redução, mas eles mudarão com as mudanças hormonais da gravidez.* Se você fez uma cirurgia de mama, você também deve usar um sutiã de apoio para combater as forças descendentes da gravidade. Após a lipoaspiraçãoou uma abdominoplastia, ganhos sutis de peso de 5 a 10 libras são normalmente bem tolerados. Qualquer coisa acima de 20 libras de ganho de peso aparecerá em sua figura como esperado. Então, aproveite sua nova figura e mantenha a gordura fora.

Fontes de referencias desse artigo:

http://consulte.me/cirurgia-plastica/13175-dr-frederico-vasconcelos-crm-mg-36733

https://conhecasergipe.com.br/blog/dr-frederico-vasconcelos-cirurgia-plastica-bh-responde-o-que-e-cirurgia-plastica/

https://www.facebook.com/drfredericovasconcelos/

https://formulaplastica.com.br/sem-categoria/dr-frederico-vasconcelos-cirurgiao-plastico-bh-responde-quem-nao-deve-considerar-uma-cirurgia-de-abdominoplastia/

https://guemanisse.com.br/uncategorized/dr-frederico-vasconcelos-cirurgia-plastica-bh-responde-o-que-e-uma-cirurgia-de-rinoplastia/

Serviços de SEO para empresas Locais

Agência de otimização de mecanismos de busca local  – Serviços de SEO para empresas de comércio eletrônico

 

A importância de contratar uma agência de otimização de mecanismos de busca local nos EUA para o seu negócio não pode ser subestimada. Essas empresas ajudam as empresas a aumentar sua visibilidade e classificação usando técnicas comprovadas de otimização de mecanismos de pesquisa. Seus serviços incluem a otimização de sites da empresa, páginas de produtos e serviços e perfis de mídia social. O uso desses serviços será altamente benéfico para as empresas locais. De acordo com um estudo recente, 46% das pessoas usam o Google para encontrar informações sobre uma empresa local. Além disso, 97% dos consumidores aprendem sobre uma empresa local pela Internet com a https://seobh.org.

Antes de contratar uma agência de SEO local, você deve perguntar sobre o processo dela. Eles fornecerão um detalhamento claro de seus serviços e seus resultados. Dessa forma, você evitará ser sobrecarregado com jargões técnicos e mal-entendidos. Eles explicarão os vários fatores de classificação em detalhes e fornecerão exemplos. Por fim, você poderá determinar qual estratégia é melhor para o seu negócio. Depois de escolher uma agência de SEO local, certifique-se de pedir seu portfólio.

O principal objetivo do SEO local é atrair clientes locais. Portanto, você precisa se concentrar nos serviços e produtos disponíveis em sua área. Seja você um negócio físico ou uma franquia, você precisará de uma abordagem estratégica e direcionada para obter sucesso na otimização de mecanismos de pesquisa local. Obter uma alta classificação na primeira página do Google é crucial para garantir seu sucesso.

A melhor maneira de encontrar a agência de SEO local certa é conversar com a que você está considerando. Muitos deles têm excelente reputação e podem lidar com suas necessidades de marketing com facilidade. Além disso, eles têm uma ampla gama de serviços e podem até fornecer um orçamento gratuito para seus serviços. E se não estiver satisfeito com os seus serviços, pode sempre escolher outra empresa. A escolha é sua. Se você não estiver satisfeito com os resultados, poderá procurar outras opções.

Há muitas razões para contratar uma Agência Local de Search Engine Optimization. Além da capacidade de segmentar seu mercado competitivos como desentupidoras, baterias e moveis planejados, uma boa empresa de SEO também poderá classificar seu site no topo dos mecanismos de pesquisa. No entanto, uma empresa de SEO local pode ser um ativo valioso para o seu negócio. Por exemplo, você pode querer fazer parceria com uma equipe especializada em SEO local. Isso garantirá que você tenha a melhor chance possível de se classificar bem em sua área.

É importante manter seu conteúdo atualizado. O conteúdo fresco tornará seu site mais atraente para os usuários online. Além de manter seu site atualizado com conteúdo relevante, uma agência de SEO local também pode ajudá-lo a gerenciar seus perfis de mídia social. Por exemplo, sua página do Facebook pode ser otimizada para pesquisas locais usando geolocalização. No caso deste último, sua listagem do Google aparecerá nos resultados para a cidade de sua empresa. A empresa deve estar presente nas redes sociais para alcançar potenciais clientes.

Adriana Bertini cria roupas com camisinhas para conscientização sobre HIV

Dior, Chanel, Balenciaga e Valentino são as principais inspirações de Adriana Bertini para criar seus vestidos de festa, todos feitos a mão, em um processo que se assemelha aos trabalhos artesanais de costureiros de ateliês de alta-costura. Porém, em vez seda, algodão e cristais bordados, a artista plástica brasileira usa uma matéria prima inusitada para suas peças: camisinhas.

O projeto Condom Couture surgiu em 1996, quando Adriana era voluntária do Grupo de Apoio à Prevenção da Aids, na comunidade paulistana de Heliópolis, e recebeu o desafio de fazer uma intervenção de rua com 144 preservativos que já estavam fora do prazo de validade. Desde então, a artista expandiu o número de peças feitas de camisinhas. Ela já expôs seu trabalho em museus na Ásia, África, Europa e América, e atraiu a atenção de artistas como Richard Gere, que hoje é parceiro do projeto com a Richard Gere Foundation, e do músico Elton John.

Além de terem status de arte, as roupas confeccionadas por Adriana servem como forma de conscientização sobre o uso de preservativo e prevenção do vírus HIV. “Como fazer as pessoas usarem o preservativo antes da relação sexual se elas não têm intimidade com o objeto? Elas mal conhecem o toque e a textura”, diz a artista. “Gostando ou não da minha obra, o público se identifica com as peças e questiona no sentido mais profundo o uso do preservativo”, continua.

O principal objetivo de Adriana, que também realiza projetos sociais com crianças portadoras do vírus do HIV, é ajudar a formar uma geração livre da Aids – uma meta distante. “A prevenção está falha. Fala-se do uso da camisinha, mas não em mudar o comportamento. No Brasil, o índice do uso de preservativo entre os jovens é de 60%, o que é pouco porque entre eles a incidência de HIV e Aids está subindo alarmantemente”, afirma.

Artista plástica cria roupas com camisinhas para conscientização sobre Aids

Adriana Bertini, fundadora do projeto Condom Couture, faz ativismo para prevenção do vírus HIV

 

Adriana Bertini, faz roupas com preservativos para concientização da prevenção do vírus HIV 

Adriana Bertini, faz roupas com preservativos para concientização da prevenção do vírus HIV  Foto: Divulgação/Adriana Bertini

 

 

 

Dior, Chanel, Balenciaga e Valentino são as principais inspirações de Adriana Bertini para criar seus vestidos de festa, todos feitos a mão, em um processo que se assemelha aos trabalhos artesanais de costureiros de ateliês de alta-costura. Porém, em vez seda, algodão e cristais bordados, a artista plástica brasileira usa uma matéria prima inusitada para suas peças: camisinhas.

 

 

O projeto Condom Couture surgiu em 1996, quando Adriana era voluntária do Grupo de Apoio à Prevenção da Aids, na comunidade paulistana de Heliópolis, e recebeu o desafio de fazer uma intervenção de rua com 144 preservativos que já estavam fora do prazo de validade. Desde então, a artista expandiu o número de peças feitas de camisinhas. Ela já expôs seu trabalho em museus na Ásia, África, Europa e América, e atraiu a atenção de artistas como Richard Gere, que hoje é parceiro do projeto com a Richard Gere Foundation, e do músico Elton John.

 

 

Divulgação/Adriana Bertini

Ver Galeria  8

8 imagens

 

 

 

 

Além de terem status de arte, as roupas confeccionadas por Adriana servem como forma de conscientização sobre o uso de preservativo e prevenção do vírus HIV. “Como fazer as pessoas usarem o preservativo antes da relação sexual se elas não têm intimidade com o objeto? Elas mal conhecem o toque e a textura”, diz a artista. “Gostando ou não da minha obra, o público se identifica com as peças e questiona no sentido mais profundo o uso do preservativo.”

 

O principal objetivo de Adriana, que também realiza projetos sociais com crianças portadoras do vírus do HIV, é ajudar a formar uma geração livre da Aids – uma meta distante. “A prevenção está falha. Fala-se do uso da camisinha, mas não em mudar o comportamento. No Brasil, o índice do uso de preservativo entre os jovens é de 60%, o que é pouco porque entre eles a incidência de HIV e Aids está subindo alarmantemente”, afirma.

Adriana Bertini utiliza a arte para falar de sexualidade e como instrumento de denúncia

A artivista Adriana Bertini participou neste domingo (17) de live do Museu Vozes Diversas dentro do Ciclo +positHIVe. A conversa com a dramaturga, diretora teatral, e gestora do Museu, Cintia Alves acontece justamente no dia em que se encerra a OCUPAÇÃO Adriana Bertini.

O Museu Vozes Diversas (https://www.vozesdiversas.com/) é um espaço digital de exposição de arte, cultura e educação não-normativa. O seu acervo é paulatinamente formado por “ocupações”. Cada artista, interessado em participar do Museu, “ocupa” as redes sociais (Facebook, Youtube, Instagram e Spotify) por uma semana e, nesse período, faz postagens, textos e vídeos que representam tanto a sua obra como o significado da sua existência no mundo.

Cintia começou contando que Adriana é uma artista multimídia que utiliza recursos para abordar o tema HIV/aids de uma maneira muito sensível e não convencional e que investiga a arte como instrumento de mudança social.

Trabalhando com artes visuais há 30 anos e especificamente com HIV/aids há 26, Adriana explicou que o objetivo de sua pesquisa, de sua investigação é pensar plural, diverso e multidisciplinar. “Com essa narrativa de pensamento, eu digo que eu faço ‘arte afeto’, que também é um ato de resistência, resiliência. Eu exploro três eixos temáticos: a saúde sexual e reprodutiva; o estigma e a discriminação; e o impacto ambiental.”

Adriana passou por 54 países mostrando seu trabalho e provocando reflexão por onde passou. Ela explora vários elementos em sua obra, sendo o preservativo o carro-chefe. “Eu utilizo várias fontes desse material: preservativos que não são distribuídos pela Saúde e perdem a validade; refugo da indústria nacional, material com falha de produção; aqueles utilizados em testes de qualidade; e os apreendidos em contrabando.”

A artista foi desenvolvendo técnicas, caminhos, para desenvolver uma arte que não existia. Ela ganhou uma bolsa de investigação do Museu Mundial da Suécia onde ela pôde explorar diversos materiais, orgânicos e inorgânicos. “Este é um eixo do trabalho estético, mas que fala de comportamento, de sexualidade, de atenção básica, de discriminação, da arte como denúncia e fala de afetos.  O que eu faço é tentar desconstruir essa narrativa de morte, com uma estética lúdica, da moda.”

Com o passar dos anos Adriana ampliou seu material de trabalho incluindo kits de autoteste para HIV, medicamentos e espéculos (bicos de pato) entre outros objetos, sempre reutilizando itens vencidos. “Este trabalho mais recente com espéculos faz uma denúncia de quantas mulheres e meninas perderam o acesso à atenção básica durante a pandemia, a ponto de a gente ter esse insumo vencido”, observa.

Cíntia comentou que a artista trata a sexualidade com muito humor, com um conteúdo subliminar enorme, que ela considera o grande trunfo da produção de Adriana. “Você tem um resultado estético belo, mas tem muitas camadas de criação ali”, comentou a dramaturga.

“Às vezes, é até um pouco incompreendido. Porque eu tento falar também de política, de economia, junto com sexualidade, com meio ambiente, promoção à saúde – não à doença. É muito plural, muito diversa essa linha de raciocínio. Por isso que eu dou várias aulas, principalmente em universidades fora do Brasil, sobre como falar de sexualidade sob esse outro aspecto, o da arte. E como incentivar que as relações sejam mais saudáveis. Incentivar o uso da PrEp, da PEP, adesão ao tratamento antirretroviral, à testagem”, complementou Adriana.

Conheça algumas das obras da Ocupação Adriana Bertini:

Jardim de Espéculos – 2021

Incisão – Agosto/2020 Técnica: Oxidação de metais sob tecidos hospitalares e gaze, colagem e costura com linha cirúrgica. Lambe-lambe I 100x100cm

Nosso sangue é legítimo – 2020

Série Adesão

Germinação sob placas de auto teste de hcv e hcv – hepatites virais

 

Assista a live na íntegra no link abaixo:

 

 

Destaques

2

Adriana Bertini utiliza a arte para falar de sexualidade e como instrumento de denúncia

A artivista Adriana Bertini participou neste domingo (17) de live do Museu Vozes Diversas dentro do Ciclo +positHIVe. A conversa com a dramaturga, diretora teatral, e gestora do Museu, Cintia Alves acontece justamente no dia em que se encerra a OCUPAÇÃO Adriana Bertini.

O Museu Vozes Diversas (https://www.vozesdiversas.com/) é um espaço digital de exposição de arte, cultura e educação não-normativa. O seu acervo é paulatinamente formado por “ocupações”. Cada artista, interessado em participar do Museu, “ocupa” as redes sociais (Facebook, Youtube, Instagram e Spotify) por uma semana e, nesse período, faz postagens, textos e vídeos que representam tanto a sua obra como o significado da sua existência no mundo.

Cintia começou contando que Adriana é uma artista multimídia que utiliza recursos para abordar o tema HIV/aids de uma maneira muito sensível e não convencional e que investiga a arte como instrumento de mudança social.

Trabalhando com artes visuais há 30 anos e especificamente com HIV/aids há 26, Adriana explicou que o objetivo de sua pesquisa, de sua investigação é pensar plural, diverso e multidisciplinar. “Com essa narrativa de pensamento, eu digo que eu faço ‘arte afeto’, que também é um ato de resistência, resiliência. Eu exploro três eixos temáticos: a saúde sexual e reprodutiva; o estigma e a discriminação; e o impacto ambiental.”

Adriana passou por 54 países mostrando seu trabalho e provocando reflexão por onde passou. Ela explora vários elementos em sua obra, sendo o preservativo o carro-chefe. “Eu utilizo várias fontes desse material: preservativos que não são distribuídos pela Saúde e perdem a validade; refugo da indústria nacional, material com falha de produção; aqueles utilizados em testes de qualidade; e os apreendidos em contrabando.”

A artista foi desenvolvendo técnicas, caminhos, para desenvolver uma arte que não existia. Ela ganhou uma bolsa de investigação do Museu Mundial da Suécia onde ela pôde explorar diversos materiais, orgânicos e inorgânicos. “Este é um eixo do trabalho estético, mas que fala de comportamento, de sexualidade, de atenção básica, de discriminação, da arte como denúncia e fala de afetos.  O que eu faço é tentar desconstruir essa narrativa de morte, com uma estética lúdica, da moda.”

Com o passar dos anos Adriana ampliou seu material de trabalho incluindo kits de autoteste para HIV, medicamentos e espéculos (bicos de pato) entre outros objetos, sempre reutilizando itens vencidos. “Este trabalho mais recente com espéculos faz uma denúncia de quantas mulheres e meninas perderam o acesso à atenção básica durante a pandemia, a ponto de a gente ter esse insumo vencido”, observa.

Cíntia comentou que a artista trata a sexualidade com muito humor, com um conteúdo subliminar enorme, que ela considera o grande trunfo da produção de Adriana. “Você tem um resultado estético belo, mas tem muitas camadas de criação ali”, comentou a dramaturga.

“Às vezes, é até um pouco incompreendido. Porque eu tento falar também de política, de economia, junto com sexualidade, com meio ambiente, promoção à saúde – não à doença. É muito plural, muito diversa essa linha de raciocínio. Por isso que eu dou várias aulas, principalmente em universidades fora do Brasil, sobre como falar de sexualidade sob esse outro aspecto, o da arte. E como incentivar que as relações sejam mais saudáveis. Incentivar o uso da PrEp, da PEP, adesão ao tratamento antirretroviral, à testagem”, complementou Adriana.

Conheça algumas das obras da Ocupação Adriana Bertini:

Jardim de Espéculos – 2021

Incisão – Agosto/2020 Técnica: Oxidação de metais sob tecidos hospitalares e gaze, colagem e costura com linha cirúrgica. Lambe-lambe I 100x100cm

Nosso sangue é legítimo – 2020

Série Adesão

Germinação sob placas de auto teste de hcv e hcv – hepatites virais

 

Assista a live na íntegra no link abaixo:

 

 

3

Artista plástica cria roupas com camisinhas para conscientização sobre Aids

Adriana Bertini, fundadora do projeto Condom Couture, faz ativismo para prevenção do vírus HIV

 

Adriana Bertini, faz roupas com preservativos para concientização da prevenção do vírus HIV 

Adriana Bertini, faz roupas com preservativos para concientização da prevenção do vírus HIV  Foto: Divulgação/Adriana Bertini

 

 

 

Dior, Chanel, Balenciaga e Valentino são as principais inspirações de Adriana Bertini para criar seus vestidos de festa, todos feitos a mão, em um processo que se assemelha aos trabalhos artesanais de costureiros de ateliês de alta-costura. Porém, em vez seda, algodão e cristais bordados, a artista plástica brasileira usa uma matéria prima inusitada para suas peças: camisinhas.

 

 

O projeto Condom Couture surgiu em 1996, quando Adriana era voluntária do Grupo de Apoio à Prevenção da Aids, na comunidade paulistana de Heliópolis, e recebeu o desafio de fazer uma intervenção de rua com 144 preservativos que já estavam fora do prazo de validade. Desde então, a artista expandiu o número de peças feitas de camisinhas. Ela já expôs seu trabalho em museus na Ásia, África, Europa e América, e atraiu a atenção de artistas como Richard Gere, que hoje é parceiro do projeto com a Richard Gere Foundation, e do músico Elton John.

 

 

Divulgação/Adriana Bertini

Ver Galeria  8

8 imagens

 

 

 

 

Além de terem status de arte, as roupas confeccionadas por Adriana servem como forma de conscientização sobre o uso de preservativo e prevenção do vírus HIV. “Como fazer as pessoas usarem o preservativo antes da relação sexual se elas não têm intimidade com o objeto? Elas mal conhecem o toque e a textura”, diz a artista. “Gostando ou não da minha obra, o público se identifica com as peças e questiona no sentido mais profundo o uso do preservativo.”

 

O principal objetivo de Adriana, que também realiza projetos sociais com crianças portadoras do vírus do HIV, é ajudar a formar uma geração livre da Aids – uma meta distante. “A prevenção está falha. Fala-se do uso da camisinha, mas não em mudar o comportamento. No Brasil, o índice do uso de preservativo entre os jovens é de 60%, o que é pouco porque entre eles a incidência de HIV e Aids está subindo alarmantemente”, afirma.

4

Adriana Bertini cria roupas com camisinhas para conscientização sobre HIV

Dior, Chanel, Balenciaga e Valentino são as principais inspirações de Adriana Bertini para criar seus vestidos de festa, todos feitos a mão, em um processo que se assemelha aos trabalhos artesanais de costureiros de ateliês de alta-costura. Porém, em vez seda, algodão e cristais bordados, a artista plástica brasileira usa uma matéria prima inusitada para suas peças: camisinhas.

O projeto Condom Couture surgiu em 1996, quando Adriana era voluntária do Grupo de Apoio à Prevenção da Aids, na comunidade paulistana de Heliópolis, e recebeu o desafio de fazer uma intervenção de rua com 144 preservativos que já estavam fora do prazo de validade. Desde então, a artista expandiu o número de peças feitas de camisinhas. Ela já expôs seu trabalho em museus na Ásia, África, Europa e América, e atraiu a atenção de artistas como Richard Gere, que hoje é parceiro do projeto com a Richard Gere Foundation, e do músico Elton John.

Além de terem status de arte, as roupas confeccionadas por Adriana servem como forma de conscientização sobre o uso de preservativo e prevenção do vírus HIV. “Como fazer as pessoas usarem o preservativo antes da relação sexual se elas não têm intimidade com o objeto? Elas mal conhecem o toque e a textura”, diz a artista. “Gostando ou não da minha obra, o público se identifica com as peças e questiona no sentido mais profundo o uso do preservativo”, continua.

O principal objetivo de Adriana, que também realiza projetos sociais com crianças portadoras do vírus do HIV, é ajudar a formar uma geração livre da Aids – uma meta distante. “A prevenção está falha. Fala-se do uso da camisinha, mas não em mudar o comportamento. No Brasil, o índice do uso de preservativo entre os jovens é de 60%, o que é pouco porque entre eles a incidência de HIV e Aids está subindo alarmantemente”, afirma.